VALE DO AVE EM MOVIMENTO!!! DIVULGA ESTE SITE E DÁ A CONHECER O VALE DO AVE!!!!

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O Vale do Ave é um dos polos industriais históricos do país com homogeneidade geográfico-económica que pode apostar na sua individualidade no quadro do Noroeste Peninsular
O caso do Ave mostra a renovação possível de especializações históricas, como os têxteis (sucesso no sector dos têxteis-lar) e o calçado (um 'cluster' porteriano completo que sofreu uma mudança profunda nos últimos 20 anos).
O Vale do Ave está a potênciar o papel do pólo em Guimarães da Universidade do Minho, criando condições para novas especializações em competências, como os polímeros e a computação gráfica
Os polímeros podem ser uma nova especialização do tecido industrial do Ave com base no cruzamento de sectores históricos, como os têxteis e o calçado, com os plásticos com vista ao 'cluster' do automóvel português e galego.
O Ave quer afirmar-se como um distrito industrial renovado com uma individualidade própria no Noroeste Peninsular, capaz de se distinguir no xadrez complexo desta euroregião atlântica, enquadrada pela pressão da Galiza, a norte, e pela atracção da Área Metropolitana do Porto, a sul.
O DISTRITO INDUSTRIAL DO AVE NUM MINUTO
Meio milhão de habitantes
8 munícipios (Trofa, V.N. Famalicão, Santo Tirso, Vizela, Guimarães, Fafe, Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho E Vila do Conde)
2º Plano Estratégico (2001-2007): 450 milhões de contos de investimentos, sobretudo acessibilidades e ambiente, 47% em parceria com privados e 53% pela Administração Central e municípios
Imagem de distrito industrial
Especializações históricas renovadas: têxteis-lar e calçado
Especializações emergentes: polímeros e computação gráfica, com base no Pólo de Guimarães da Universidade do Minho
Oportunidades de «cruzamentos» entre sectores industriais com vista ao fornecimento do «cluster» automóvel
Criação de um Parque Tecnológico (Tech Park) nas Caldas das Taipas (15km de Guimarães e de Braga) o passo então dado de arrancar com um Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Vale do Ave, cuja primeira fase decorreu entre 1994 e 1999. Um dos «ex-libris» deste primeiro plano centrou-se no terreno ambiental, com o lançamento e consolidação de um Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave, a que estão ligadas hoje mais de 300 empresas.

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# Posté le vendredi 18 juillet 2008 08:50

Modifié le mercredi 23 juillet 2008 11:33

SANTO TIRSO: REGIÃO DO MÉDIO AVE!!!

SANTO TIRSO: REGIÃO DO MÉDIO AVE!!!
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Situado no Norte do país, Santo Tirso é considerado um concelho de charneira entre o Grande Porto, o Tâmega e o Ave

Pertence ao distrito do Porto e esteve, durante um longo período de tempo, integrado na Numenclatura de Unidade Territorial (NUT) III do Ave, que englobava ainda os concelhos de Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Trofa, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. No entanto, foi recentemente aprovada a sua transição para a NUT III do Grande Porto, devido à sua recente integração na Grande Área Metropolitana do Porto.

É delimitado a Norte pelos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, a Nordeste por Vizela e Lousada, a Este por Paços de Ferreira, a Sul com o concelho de Valongo e a Oeste pelos concelhos da Trofa e Maia.

Possui uma área de cerca de 140 Km2 e é composto por 24 freguesias.

As suas excelentes acessibilidades aproximam o concelho dos principais centros urbanos, mas também de importantes interfaces de transportes, nomeadamente o porto de Leixões e o aeroporto Francisco Sá Carneiro. Da rede viária que serve o concelho destaca-se a Auto-Estrada A3, o IC 24, a EN104, a EN105, a EN204, a ER207 e a ER319. É ainda servido pela linha ferroviária de Guimarães, recentemente beneficiada.

O concelho de Santo Tirso é um dos mais belos rincões desta região, em que cada lugar é um jardim e uma janela aberta sobre a verdejante paisagem. O perfil montanhoso da região e a sua densa vegetação fazem de qualquer miradouro um local de desfrute de grande beleza paisagística.

A gastronomia da região brinda-nos com alguns dos mais característicos pratos do panteão gastronómico do Douro Litoral e Minho, como o bacalhau, o cabrito assado, os rojões e o cozido à portuguesa. Na doçaria são nacionalmente conhecidos os famosos jesuítas e os limonetes, cuja receita nasceu no concelho. A tradição conventual oferece-nos as bolachas do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz).

A produção vinícola local também faz jus à tradição. O vinho verde é rei nesta região, alcançando algumas das quintas produtoras, vários prémios e distinções. No Mosteiro de Singeverga é produzido o conhecido licor dos beneditinos, o licor de Singeverga (Roriz).

O termalismo encontra lugar em Santo Tirso. As Termas das Caldas da Saúde (Areias), proporcionam, a quem as demanda, conforto e qualidade, sendo indicadas para o tratamento de doenças de pele, reumatismo e problemas do aparelho respiratório.

No artesanato local destacam-se os brinquedos de madeira, as mantas e tapetes executados em teares manuais, bem como os trabalhos realizados em ferro forjado e em granito.

Na sede do concelho, a cidade de Santo Tirso, merecem visita os seguintes lugares: Parque D. Maria II, jardins da Praça do Município, a capelinha da Sr.ª da Piedade e ainda o Museu Internacional de Escultura Contemporânea ao Ar Livre.


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# Posté le vendredi 18 juillet 2008 09:50

Modifié le vendredi 25 juillet 2008 14:16

VILA NOVA DE FAMALICÃO:CONCELHO DO MÉDIO AVE!!!!

VILA NOVA DE FAMALICÃO:CONCELHO DO MÉDIO AVE!!!!
Vila Nova de Famalicão (conhecida frequentemente apenas como Famalicão) é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 30 188 habitantes. Situa-se a uma altitude média de 97 metros.
VILA NOVA DE FAMALICÃO, Concelho do médio ave situado a 20 Km de Braga a 8 de Santo Tirso e 30 do porto é um concelho com muito bons acessos e recheado de uma paisagem verde e acolhedora:

É sede de um município com 201,85 km² de área e 127 567 habitantes (2001), subdividido em 49 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Braga, a leste por Guimarães, a sul por Santo Tirso e Trofa, a oeste por Vila do Conde e Póvoa de Varzim e a noroeste por Barcelos. Foi criado em 1835 por desmembramento de Barcelos e elevada à categoria de cidade em 1985.

A cidade em si resume-se nas palavras do cinéasta português Manoel de Oliveira: «Origens lendárias de Famalicão - centro de comunicação rodoviária e ferroviária, entre várias localidades do Norte. As alegres e pitorescas ruas. Acontecimentos registados nos jornais da terra. Edifício - hospital da Misericórdia, Câmara Municipal. Monumento a Camilo Castelo Branco. Casa de Camilo, em São Miguel de Ceide. Trabalho nos campos. Igrejas. Os arredores românticos. Indústrias de fiação e tecidos, de botões e de relógios (única na Península). Aspectos típicos: vindimas, malhadas, feira». Na própria filmografia do realizador, deparamo-nos, em 1941, com uma película dedicada à cidade de Famalicão!!!

Tem uma gastronomia rica da tracicional região portuguêsa
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# Posté le vendredi 18 juillet 2008 09:59

VIZELA: CONCELHO DO MÉDIO AVE!!!

VIZELA: CONCELHO DO MÉDIO AVE!!!
Um dos mais jovens concelhos do Vale do Ave, fortemente conhecido pelas valiosas termas de caldas de vizela, foi uma luta de um povo que conquistáram o feito de ser concelho durante a governação de António Guterres, um feito merecido pelo seu potêncial indústrial e turistico que vale a pena visitar!!!
Tem também uma grande riquesa gastronómica fica a 10 Km de Guimarães e a 30 de Braga e do Porto
!!!
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# Posté le vendredi 18 juillet 2008 10:07

GUIMARÃES: CONCELHO DO MÉDIO AVE ONE NASCEU PORTUGAL!!!

GUIMARÃES: CONCELHO DO MÉDIO AVE ONE NASCEU PORTUGAL!!!
Habitualmente designada por Berço da Nacionalidade, a cidade de Guimarães possui características ímpares que a distinguem de outras cidades portuguesas e a colocam num lugar de relevo na História de Portugal, o que lhe confere tal epíteto:
- de acordo com o que reza a tradição, terá sido em Guimarães que nasceu e foi baptizado aquele que, em 1179, viria a ser coroado o primeiro Rei de Portugal , D. Afonso Henriques;

- Guimarães assumiu um papel de grande relevo no tempo do Condado Portucalense, pois era a sua villa mais importante;

- Guimarães terá sido palco da batalha de S. Mamede, cuja vitória de D. Afonso Henriques foi decisiva para a fundação da Nação Portuguesa ao garantir a independência do Condado Portucalense face ao Reino de Leão.
A origem de Guimarães remonta a uma villa, então designada Vimaranes, que se julga ser o genitivo do nome pessoal de origem germânica Vimara ou Guimara, o qual seria um dos donos desta terra. Com o passar dos séculos, a palavra foi evoluindo para Guimarães por via do Latim. No entanto, ainda hoje os habitantes de Guimarães são designados por "Vimaranenses".
No século X, a Condessa Mumadona Dias, tia do Rei Ramiro II de Leão e viúva do Conde Hermenegildo Gonçalves, manda construir na sua terra Vimaranes o convento de frades e freiras que se tornou num pólo de atracção e de fixação populacional. Para sua defesa, Mumadona manda erguer o Castelo, entre os anos de 959 e 968.
A então villa Vimaranes desenvolve-se em volta destes dois pólos dinamizadores: o Convento e o Castelo.
No século XI o rei Afonso VI de Leão e Castela entrega o governo da Província Portucalense ao Conde D. Henrique, que para aqui vem viver. Este casa-se com D. Teresa (filha ilegítima de D. Afonso IV). Desta união nasce, em 1111, aquele que viria a tornar-se o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.
Em 1114, o Conde D. Henrique morre, tendo, poucos anos antes, outorgado foral à villa Vimaranes concedendo privilégios especiais aos seus moradores.
Em 1128, no dia vinte e quatro de Junho, dá-se a Batalha de S. Mamede. O Campo de S. Mamede, junto ao Castelo de Guimarães, é apontado por vários historiadores como tendo sido um dos seus palcos. Esta batalha é travada entre as hostes de D. Afonso Henriques e as de sua mãe, D. Teresa e do Conde de Trava de Galiza, em que os primeiros defendiam a independência do condado face ao reino de Leão. Esta batalha é vencida por D. Afonso Henriques marcando assim os alicerces da nação Portuguesa.
Em 1179, D. Afonso Henriques é reconhecido Rei de Portugal pelo Papa Alexandre III.
No século XII, o Convento, fundado pela Condessa Mumadona Dias, vai ser transformado em Colegiada, que ao longo dos tempos vai ver o seu prestígio e importância valorizados face às doações e privilégios que lhe vão sendo concedidos por reis e nobres.
Com o passar dos séculos, Guimarães vai ser palco do desenvolvimento de algumas indústrias como sendo a cutelaria, a fiação e tecelagem de linho, a curtimenta das peles e a ourivesaria.
No plano religioso, a devoção pela Virgem Santa Maria de Oliveira faz da vila um importante centro de peregrinação.
Em volta dos seus dois pólos dinamizadores - do Convento e do Castelo - vai ser construída uma muralha defensiva e, a ligá-los, forma-se a Rua de Santa Maria. Aos poucos, estes dois aglomerados urbanos vão fundir-se num único e a organização e fisionomia da vila intramuros pouco mudará após o século XV.
A instalação das ordens religiosas dos Dominicanos e Franciscanos, fora dos muros do burgo, vai contribuir para a urbanização extra-muros e consequente alargamento da cidade.
No ano 1853, a Rainha D. Maria II eleva a vila à categoria de cidade, sendo a partir daqui fomentado e autorizado o derrube das muralhas, muralhas estas das quais é ainda possível hoje em dia observar alguns vestígios
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# Posté le vendredi 18 juillet 2008 10:11